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Escrito por Administrator   
Sáb, 19 de Setembro de 2009 14:27

Microempresas.

 

A microempresa é a responsável pelo emprego de um importante contingente da população economicamente ativa. Milhares delas se organizam todo ano no Brasil. Entretanto, a maioria não vinga e fecha antes do 2º ano de existência. Segundo dados do SEBRAE a taxa de mortalidade chega atingir 63% das empresas abertas no país.

A tendência de se abrirem microempresas é cada vez maior. Os estreantes a empresários de maneira geral são pessoas que estão em busca de outras opções, seja por estarem desempregadas ou porque não desejam mais competir no acirrado mercado de trabalho assalariado.

As causas da quebradeira são várias: falta de capital de giro, carga tributária excessiva, legislação trabalhista arcaica, elevada concorrência e, principalmente, má gestão. Para não deixar o negócio morrer antes do tempo os entendidos recomendam:

- ter experiência no ramo escolhido;

- fazer cursos específicos sobre a atividade;

- planejamento prévio sobre aspectos legais, fornecedores, mão de obra, etc.;

-cuidados com o fluxo de caixa e com o aperfeiçoamento do produto ou serviço em relação às necessidades dos clientes;

- investimento em propaganda e divulgação;

- dedicação exclusiva ao negócio;

-utilização de assessoria externa;

-lembrar que o retorno do investimento costuma ser lento e é preciso ter capital de giro para as despesas dos primeiros meses;

-nunca custear as despesas da pessoa física com recursos da jurídica e vice-versa.

 

Os inimigos da tolerância.

 

Supõe-se que a tolerância é o respeito ou a consideração sobre as opiniões dos outros, ainda que essas opiniões sejam diferentes das nossas. Esta é uma regra de ouro que só acontece nas sociedades mais clementes, marcando a diferença entre o reconhecimento dos direitos do próximo e a ignorância destes mesmos direitos.

Desta maneira se pode medir a distância entre um sistema de convivência democrática e uma mentalidade excludente que faz parte de um regime autoritário, próprio de um governante despótico ou de certos grupos que só toleram uma linha de idéias e combatem aqueles que divergem deles empregando com freqüência a violência criminosa.

Assim ocorre com o terrorismo tipo Sendero Luminoso, ETA espanhol, FARC colombiana e o radicalismo muçulmano. A intolerância deles, encarna o propósito delirante de unificar idéias e os pontos de vista de todo o mundo, reprimindo os dissidentes, desacreditando suas opções (sejam políticas ou religiosas) e utilizando a violência para alcançar suas metas. O pior de tudo isso é que por tais caminhos vai-se perdendo a conquista dos hábitos de convivência adquiridos com dificuldade durante séculos através de uma luta que abateu os totalitarismos e a servidão das pessoas. Porém nem todos estão dispostos a reconhecer essas conquistas, porque são impedidos por fanatismos ideológicos ou obsessões políticas. São os inimigos da tolerância. (De um editorial do jornal “El Pais”, do Uruguai, de 09.12.09).

 

Pensar não dói.

 

“Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semianalfabeto, e vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso” (Gen. Olímpio Mourão Filho).

 


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